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jueves, 26 de noviembre de 2009


Disenho:Diamanga Malgache (origen Java-Indonesia)
Le royaume sakalava du Menabe, 17è-20è: essai d'analyse d'un système ...‎ - Página 49 Jacques Lombard - 1988 - 151 páginas
...Joao Lopes Dos Reys qui part en 1719 de Bahia pour aller chercher des esclaves à Madagascar a traité selon les conditions suivantes (1) - 1 esclave pour 1 espingole - 5 esclaves pour 1 petit
Otra fuente:
A l'ouest de Madagascar: les Sakalava du Menabe‎ - Página 110Sophie Goedefroit - 1998 - 529 páginas
Cinq esclaves, pour un baril de poudre fine (...) (Selon le capitaine Joao Lopes dos Reys, ...

lunes, 7 de septiembre de 2009

El Moringue y Diamanga llegó a Brasil y Antillas

Ordem régia enviada a d. Sancho de Faro, conde de Vimieiro, governador-geral do Brasil, determinando a mudança na rota do comércio de escravos, passando da Costa da Mina para a Ilha de São Lourenço, sul de Moçambique, por ser esta opção mais segura aos roubos e saques cometidos por holandeses naquela Costa.



“Dom João[1] por graça de Deus etc. Faço saber a vós Conde do Vimieyro[2], Governador, e Capitão General do Estado do Brasil, que havendo visto o que respondeu o Vice-Rei o Marquês de Angeja[3] à ordem que lhe foi sobre se lhe oferecia algum arbítrio que conduzisse para a introdução de escravos nessa cidade com menor preço ao excessivo com que hoje se tiram da Costa da Mina[4], representando-me, que não podia haver arbítrio mais seguro, do que aquele que se provava com a experiência, parecendo-lhe seria conveniente procurá-lo mandando à Ilha de S. Lourenço[5] fazer este resgate na forma que o fazem os ingleses [...]. E reconhecendo-se ser este negócio que aponta o dito Marquês Vice-rei, muito útil pela conveniência que se pode seguir ao Brasil[6], em ser mais bem provido de escravos, vista a dificuldade que se experimenta na Costa da Mina, pelos roubos, e violências que fazem os holandeses[7] aos vassalos[8] desta coroa, que ali vão resgatar; nesta consideração [...] sou servido, que dos portos do Brasil possam ir embarcações à Ilha de São Lourenço, com condição que não poderão levar para este resgate nem ouro nem marfim[9]; e sendo-lhe necessário tomar porto na terra firme, não seja nunca de Sofala[10], nem de Climane, nem as Ilhas de Angoxa; porque desta sorte ficarão salvos os prejuízos que se podem seguir ao comércio da Índia[11], e ao de Moçambique[12]. E esta minha Ordem fareis com que se faça pública em todas as capitanias desse Estado para que venha à notícia dos meus vassalos, e a fareis registrar nos livros da Secretaria desse governo, e mais partes onde convier, para que conste a todo o tempo o que nesta matéria determinei. El Rei Nosso Senhor o Mandou.Antônio de Cobellos Pereira a fez em Lisboa Ocidental a 24 de Janeiro de 1719."

http://www.historiacolonial.arquivonacional.gov.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=136&sid=30