miércoles, 3 de marzo de 2010

1909-Hindúes y Barbadianos en Rondonia


FOTO:

Hindu worker. Around 1909-1910

FOTO GRUPO :

Barbadianos and North American in a steam laundry, in Porto Velho (Rondônia). Around 1909-1910





Diretor do Museu Paulista da USP

martes, 2 de marzo de 2010

1879-RIO DE JANEIRO 145 Indo-Mauritians trabajadores

LIBRO: Coolitude: an anthology of the Indian labour diaspora Escrito por Marina Carter,Khal Torabully,Khal. 2002 - 243 páginashttp://books.google.com/books?id=pH4l5BMQs5YC&printsec=frontcover&hl=es&source=gbs_v2_summary_r&cad=0#v=onepage&q=&f=false

"In 1879, 145 Indo-Mauritians were reported to have migrated for work as far away as Rio de Janeiro ,Brazil while Valiama, the daughter of indentured immigrants in Martinique , migrated to Trinidad with her daughter after her own marriage faliled 21. "(pag132)

21.Merven , T, L`indien a Maurice 1896

TRADUCCIÓN AL PORTUGUÉS (Javier Rubiera)

"Em 1879, 145 Indo-Mauritians foram relatados para ter migrado para o trabalho tão distantes como o Rio de Janeiro, Brasil, enquanto Valiama, filha de imigrantes contratados na Martinica, emigrou para Trinidad com a filha depois de seu próprio casamento falhido.

libro: The African diaspora in the Indian Ocean Escrito por Shihan de S. Jayasuriya,Richard Pankhurst
http://books.google.com/books?id=mdpcgy_aopwC&printsec=frontcover&hl=es&source=gbs_v2_summary_r&cad=0#v=onepage&q=&f=false

miércoles, 13 de enero de 2010

1803-NITEROI -Logia Masónica se afilia a la Isla Maurício


libro: Maçonaria, sociabilidade ilustrada e independência do Brasil, 1790-1822 Escrito por Alexandre Mansur Barata.
Ao longo dos séculos XVI, XVII e XVIII, os principais produtos de exportação da África Oriental eram o ouro e o marfim, sendo que este último já se tornara no produto de maior volume desde o século XVII. Quando se aproximam as últimas décadas do século XVIII, verifica-se uma alteração significativa neste quadro, por meio do forte incremento no volume de escravos saídos, tanto em direção das Ilhas Maurícias como do Brasil.Os franceses estabelecidos nas Ilhas Mascarenhas, buscavam aumentar suas importações de escravos com a finalidade de obter mão-de-obra suficiente para dar conta da demanda resultante do desenvolvimento agrícola, que se encontrava em marcha naquele território.

jueves, 26 de noviembre de 2009


Disenho:Diamanga Malgache (origen Java-Indonesia)
Le royaume sakalava du Menabe, 17è-20è: essai d'analyse d'un système ...‎ - Página 49 Jacques Lombard - 1988 - 151 páginas
...Joao Lopes Dos Reys qui part en 1719 de Bahia pour aller chercher des esclaves à Madagascar a traité selon les conditions suivantes (1) - 1 esclave pour 1 espingole - 5 esclaves pour 1 petit
Otra fuente:
A l'ouest de Madagascar: les Sakalava du Menabe‎ - Página 110Sophie Goedefroit - 1998 - 529 páginas
Cinq esclaves, pour un baril de poudre fine (...) (Selon le capitaine Joao Lopes dos Reys, ...

martes, 24 de noviembre de 2009

1724-Fin de la piratería en el Indico-esclavos malgaches a Brasil y Antillas

Le Menabe‎ - Página 24Bernard Schlemmer - 1983 - 267 páginas
Le commerce reprend à partir de 1724, avec l'élimination de la piraterie dans l'océan Indien et le renforcement des échanges avec l'Ile Bourbon, ...

jueves, 12 de noviembre de 2009


O TRATO ÀS MARGENS DO PACTO
Fernão Pompêo de Camargo Neto
Tese de Doutoramento apresentada ao Instituto de Economia da UNICAMP para obtenção do
título de Doutor em Ciências Econômicas –área de concentração: Política Econômica, sob aorientação do Prof. Dr. José Ricardo Barbosa Gonçalves.
Este exemplar corresponde ao original da tese defendida por Fernão Pompeo de Camargo Neto em 22/02/2001 e orientada pelo Prof. Dr.
José Ricardo Barbosa Gonçalves.
CPG, 22/02/2002
(pag 74)
A ocorrência, no primeiro quartel do século XVIII, do contrabando de ouro e de diamantes brasileiros para a Costa da Mina – onde eram vendidos ou trocados por negros, em volumes que, sem levar em conta os diamantes, conforme um relatório da época, montavam em pelo menos duas arrobas de ouro em pó para cada um dos doze navios da Bahia que demandavam aqueles portos anualmente – levou a Coroa metropolitana a tomar a decisão de reagrupar em Angola, onde o controle do tráfico era maior, a procura por escravos originária do Brasil. Isto pode ser claramente compulsado através de carta régia enviada, em 31 de Agosto de 1730, ao Conde de Sabugosa, Governador da Bahia, determinando que fossem encontrados meios para “abastecer o Brasil de escravos sem para isso depender da Costa da Mina, extraindo-os do Cabo Verde, Cacheo, Angola, Madagascar e Moçambique”. Em conseqüência dos esforços feitos neste sentido pelos portugueses a partir da década dos 30 do século XVIII, como pode ser visto na Tabela 1, vai haver uma tendência de que, sustentadamente, as exportações para o Brasil de escravos angolanos passassem a superar as dos da Costa da Mina (ALENCASTRO, 1986:274a e 276b).




miércoles, 28 de octubre de 2009

Entre o Oriente e o Atlântico: «interdependências» no Império Português, no final da Idade Moderna

Luís Frederico Dias Antunes
(Departamento de Ciências Humanas do IICT)

..............Em relação ao movimento comercial entre o Brasil e a Índia os Mapas indicam a entrada de 36 navios em Goa. Só nos anos de 1817 a 1819 chegaram a aportar 4, 8 e 7 navios, respectivamente, cifras que estavam ao nível dos anos áureos da Carreira da Índia. A maioria das embarcações partiu do Rio de Janeiro o que parece confirmar a tese de Fragoso a propósito da «dinâmica própria» dos comerciantes privados cariocas.[13] Da Baía largaram cinco navios e de Pernambuco apenas um. Convém entretanto realçar que as rotas entre o Brasil e o Índico não se dirigiram apenas ao porto de Goa. Cerca de metade dos navios que navegavam em direcção à Índia fazia escala nos Portos do Norte, principalmente em Surrate e Bombaim, para comprar tecidos guzerates. Outros, interrompiam a viagem em Moçambique ou nas Maurícias para carregar cera e marfim que levavam para Surrate e Bombaim, ou paravam na ida para o Brasil para adquirir escravos.
[13] Fragoso, João (1992), Homens de grossa aventura: acumulação e hierarquia na praça mercantil do Rio de Janeiro (1790-1830), Arquivo Nacional, Rio de Janeiro, p. 307.
http://www2.iict.pt/?idc=102&idi=12905

martes, 27 de octubre de 2009

Charles et George

GeneAll.net - Luís Carlos Garcia de Miranda- Margão e Rio de Jan -
Luís Carlos Garcia de Miranda, foi baptizado em 21 de Abril de 1827 na freguesia do Santissimo Sacramento da Antiga Sé no Rio de Janeiro. Era filho natural de Maria Cândida de Jesus Silveira, solteira, e de Joaquim de Santa Ana Garcia e Miranda, que perfilhou o filho.Foram testemunhas Ignacio Manuel da Silva e José Joaquim de Santa Ana. Nascera a 19 de Agosto de 1826. O pai era natural de Margão, então Índia portuguesa.Este Luís Carlos Garcia de Miranda veio a ser juíz do Supremo Tribunal de Justiça em Portugal.Em 6-02-1858 teve na ilha de Moçambique de Maria Joana de Almeida, solteira, uma filha, Maria Joana Garcia de Miranda Castelão. Maria Joana de Almeida faleceu quatro dias depois .Luís Carlos casou com Ana Maria do Nascimento Garcia de Miranda, que terá falecido antes de 1875. Sei que tiveram descendência.Foi procurador régio, exerceu funções em Moçambique e Angola, foi Presidente do Tribunal da Relação dos Açores e celebrizou-se num célebre processo anti-esclavagista conhecido como "Charles et George".Faleceu em 1903.
NOTA DEL PESQUISADOR:
Conselho do Governo no Palácio de S. Paulo, em 19 de Junho de 1866.= Luís Carlos Garcia de Miranda, juiz de direito, presidente.=Jacinto Henriques de Oliveira, tenente coronel.=Padre Joaquim da Virgem Maria, administrador interino da Prelasia.= Frederico Carlos da Silveira Estrela, escrivão interino da Junta da Fazenda.=José Zeferino Xavier Alves."
http://macua.blogs.com/moambique_para_todos/2009/08/dia-da-escravatura-ilha-de-mo%C3%A7ambique-acolhe-comemora%C3%A7%C3%B5es2.html

1862-Navio francés en RIO con posibles "engajados libres" de Mascarenas(Moringue Reunionés)

NOTA DEL PESQUISADOR :El navío francés CHARLES et George se dedicaba a la trata de esclavos entre Mozambique,Mascarenas,Isla Reunión y también Brasil.
Vecherni si︠e︡nki‎ - Página 607 Kiril Khristov - 1861 - 94 páginas (TRADUCCIÓN AL ESPAÑOL)
........Alrededor de noviembre 20 de 1857, un buque francés, el de CHARLES et GEORGE de Saint-Malo, comandado por el capitán Rouxel, apareció en las aguas de Mozambique. Había abandonado hace dos meses la isla de la Reunión para ir reclutar a los negros libres en Madagascar, Comoras y la costa oriental africana.

RECORTE LIBRO:
Apologia perante o governo de Sua Magestade Fidelissima‎ - Página 40 João Baptista Moreira - 1862 - 399 páginas
... escravos à guisa de Charles et George. Quero por factos convencer ao Sr. ... algumas idéas sobre a emigração portugueza para o Brasil , fora desse campo

viernes, 16 de octubre de 2009

Danza chica- en Brasil e Isla Reunión


Historia natural del jénero humano: aumentada y enteramente refundida con ...‎ - Página 413de Julien-Joseph Virey - 1846
... ya de amor y pesar , por medio de la danza y la pantomima. ... la chega (chica en el Brasil , danza de los negros mozambiques de la isla de Francia

Ringa-Moraingy malgache



Auteur / Exécutant
Cazeneuve Marius
Précision auteur
Toulouse, 1836 ; Toulouse, 1913
Ecole
France
Titre
Scène de vie à Madagascar
période de création / exécution
2e moitié 19e siècle ; 1er quart 20e siècle

fuente: http://www.culture.gouv.fr/Wave/image/joconde/eth/0019/m056789_003-00-119_p.jpg

jueves, 15 de octubre de 2009

Viola urucongo - Bobre de la danza Sega?


Grabado: http://afroasia-bras.blogspot.com/2009/09/sega-en-brasil-denominada-chiba-o-chica.html
Brazil pittoresco: historia-descripções-viagens-instutuições-colonisação‎ - Página 47 de Charles Ribeyrolles, Victor Frond - 1859
Ils se réunissent en leur terreiro, s'appellent, se groupent, s'agacent et les marches s'ouvrent. Ici c'est la capoeira, espèce de danse ...


Brazil pittoresco. Album de vistas, panoramas ... accompanhados de tres volumes in-4o.-sobre a historia, as institucões ... do Brazil, por Charles Ribeyrolles. Paris, Imp. Lemercier, 1861.
Vista completa - Notas sobre el artículo: v. 1-3 - 1859

sábado, 3 de octubre de 2009

Soldados Brasileños hacen carrera miliar en Asia

FOTO: LUCHADORES KALARIPAYAT INDIA: http://saladepesquisacapoeira.blogspot.com/2008/11/kalaripayat-de-india-madagascar-origen.html
En los siglos XVIII y XIX, el propio Brasil tenía algunas modestos relaciones comerciales con Asia y no era raro que los soldados brasileños se interesaban en impulsar la carrera profesional para ser enviados a Asia, por lo general Goa(India), ganando así un conocimiento de primera mano de la region.16

inglés:

In the eighteenth and nineteenth centuries, Brazil itself had some modest commercial relations with Asia and it was not unusual for Brazilian soldiers interested in furthering their careers to be sent to Asia, usually Goa, thus gaining some first-hand knowledge of the region.16

16: Brasil, Annaes da Parlamento Brazileiro, Camara dos Srs. Deputados - Sessdo de 1828 (Rio de Janeiro: Typ. Parlamentar, 1876), Vol. II, Session of 28 June 1828, p. 62. Brasil, Annaes da Parlamento Brazileiro, Camara dos Srs. Deputados - Sessdo de 1831 (Rio de Janeiro: Typ. H.J

sábado, 12 de septiembre de 2009

Historia del Café


LIBRO:Historia del Café de Guatemala. http://books.google.com/books?id=z8GpZWsAjXsC&hl=es
nota de otro libro:Página 3 Parece que fue en 1723 cuando se introdujeron las primeras plantas en la isla de Martinica y que de ellas descienden los cafetos de las Antillas y el Brasil ...

Ladja en Martinica y otras artes marciales

Recorte Libro:Rhythms of resistance Escrito por Peter Fryer. http://books.google.com/books?id=Pj3i3t1xliUC&hl=es


LAS CONTRIBUCIONES CULTURALES AFRICANAS EN LAS
ANTILLAS FRANCESAS Y SUGERENCIAS PARA EL
ESTABLECIMIENTO DE UN PROGRAMA NACIONAL, REGIONAL
E INTERCULTURAL DE INVESTIGACIÓN Y DE ANIMACIÓN CULTURAL.


......A pesar de estos esfuerzos persistentes e impresionantes, no se pudo impedir, como ya hemos subrayado, la supervivencia de los cultos de Dahomey más o menos impregnados de cristianismo, del vudú en Haiti, o del culto nigeriano bastante similar, el shango de Trinidad, sin olvidar el candomblé en Brasil o la santería en Cuba. En Guadalupe y Martinica, cuyas dimensiones no permitieron una gran resistencia a la acción desculturizante de la religion del colonizador, estos cultos africanos no existen.


.......Los velatorios, sobre todo en el campo, reúnen En general, no solo a los parientes y a los amigos, sino también a todos los habitantes de la localidad donde ha tenido lugar el fallecimiento, anunciado a veces con el sonido del tam-tam o de la caracola de lambí. Dura todo la noche , la familia del difunto está obligada a suministrar comida y bebida mientras que los "narradores" más famosos compiten ante un auditorio interesado y ruidoso, y los que bailan el "damier" (o laggia) rivalizan en destreza, estimulados por el virtuosismo de los tocadores de tam-tam.


Instrumentos musicales
Además do los tambores descritos por el Padre Labat ("tronco de árbol hueco sobre el cual se ha tendido una piel de lobo marino") y que no han cambiado, a no ser que en vez de estar fabricados con troncos de árboles, se hacen actualmente con barriles que sirven para transportar la carne salada, por lo menos en las .""«antillas menores, hay que señalar los chacha ("calabazas llenas de piodrecillas" - Padre Labat). Este instrumento designado con "el nombre de maracas en las islas y países caribes da lengua española, fue señalado por 17. Charles Day al narrar, su viaje a las islas a mediados del siglo XlXt ("shock-shock", a little calebash filled with peas by shaking with a ratling).
El Padre Labat describe otro instrumento de musica emparentado con la kora(Kori), sustituido por el violin europeo, al que se parecía demasiado. Se trataba, según el Padre Labat, de una especie de guitarra hecha con "una calabaza cubierta de cuero raspado como pergamino* con un mango bastante largo, cuatro cuerdas de seda de pita de tripas secas y preparadas con aceite de pal-
ma christi. Por medio de un caballete estas cuerdas se levantan una pulgada por encima de la piel que cubre la calabaza".
Fuente: libro: Padre LABATt "Nouveau vogage ause iles de l'Amérique",
París 1742
Otra cita( laghia): Página 201 ... lewd.2 This dance seems to have disappeared around 1950, before being revived in a stylized form by present-day folk groups. • The laghia, similar to ...

viernes, 11 de septiembre de 2009

Batuques,Lundús,Fandangos ,Sega



LIBRO:(PAG 52)
sons dos negros no Brasil, Os Escrito por José Ramos Tinhorão




ARTÍCULO:


........attesté depuis 1770 à l'île de France (tschiega) se retrouve à l'île Bourbon en 1817 sous la forme chéga, tchéga. Il peut provenir du swahili sega: "relever, retrousser ses habits", ce geste étant caractéristique de cette danse à ses origines. (CHA: 1068). Une autre hypothèse le fait venir du bantou sika, siika: "jouer d'un instrument de musique, produire des sons" devenu sica, chica: "espèce de fandango" (zone américano-caraïbe) : le t. serait donc venu à la Réunion par le vocab. des Isles (Chaudenson, 1992 : 191). u ~ traditionnel: Le public est demandeur de séga traditionnel et aussi des nouvelles musiques (seggae*, malogué*). Je fais les deux en spectacle. (ÉCH 30.07.92). ~ piqué: Séga au rythme vif et entraînant. À côté de quatre bons ségas piqués, on trouve en effet trois ballades et un maloya* à la mémoire d'Edmond Albius, qui a trouvé le procédé de fécondation de la vanille* et envers qui l'Histoire a été assez peu reconnaissante. (TEM 27.10.95) u V. battre le séga, casser un séga, moudre le séga, rouler le séga, tourner le séga ' maloya, quadrille, danse ronde .


martes, 8 de septiembre de 2009

Manuel Ferreira , descendiente de Malgaches en el funeral de Jorge Amado

FOTO: Jorge Amado y Pastinha
Articulo traducido: Miguel Real:

..............Y todos estaban contentos,se les iban los piés con la samba,al son de birimbaos inaudibles,retorcían el cuerpo y extendian los brazos,sincopadamente,siguiendo el ritmo del candomblé,acompañados por invisibles agogós y atabaques.
El director del agogó,a una orden de Dona Veveva,levantó los brazos al cielo y ,con las piernas abiertas y adelantando la orquesta,pidió silencio para decir en un criollo viejo imposible de transcribir con fidelidad:Voy a contar para todos la historia de San Simeón ,el Estilita(él decía el “Stilité”),pero antes,como hay por aquí algún blanco joven,nos vamos a presentarnos,quien eres tu?,y señala……………………………ahora yo,tú,tú quién quieres ser?,yo quiero ser el pentabuelo de Jorge Amado,pero soy negro,no importa,hasta le gustará,el dice que es el blanco más negro de Bahía,venga,deséale un buen viaje al otro mundo,buen viaje mi pentanieto,y ahora yo, yo mismo,el director de toda esta patulea que toca como una banda de gallinas cluecas,Manuel Ferreira, de Gáscar(Madagascar),esta historia a mí mismo me la contó Jorge Amado,allí,debajo de aquel mango.La batucada renació,la flauta apifanada silbó,las calabazas retumbaron,la marabunta de negros aplaudió y silbó,el agogó tintineó cuatro veces y el director Manuel Ferreira continuó,con voz impostada y solemne,como si recitase:"Simeón era pastor,en Ciria(Siria),una tierra que queda más allá del mar grande,y más allá de nuestra tierra negra,un desierto igual al nuestro.................
………..el primer círio lo llevaba el negro Honório,yagunzo del coronel Misael de Sousa Teles y el segundo círio ,el mulato Juvenal,el más famoso capoeirista de Bahía……
http://www.cervantesvirtual.com/servlet/SirveObras/00364067755914217532268/209440_0005.pdf
Jorge Amado:http://es.wikipedia.org/wiki/Jorge_Amado

Entrenamiento de Malgaches del Ejercito Frances en Egipto ,estilo de Boxeo,Savate o Diamanga Malgache

LIBRO: L'esclavage à Madagascar: aspects historiques et résurgences contemporaines : actes du Colloque international sur l'esclavage, Antananarivo (24-28 septembre 1996)
Escrito por Ignace Rakoto, Université d'Antananarivo. Musée d'art et d'archéologie, Projet Route de l'esclave
Publicado por Institut de civilisations, Musée d'art et d'archéologie, 1997. http://books.google.es/books?id=yQm5AAAAIAAJ&safe=on&pgis=1


Abajo:Egipto:Pot Said-Fête au camp des tirailleurs malgaches : danse guerrière Nakimaukaratie (hommes). A l'arrière plan : stockage du gaz, usine .Arriba:Fête au camp des tirailleurs malgaches : danses guerrière d'Aukazou Droudry (hommes)1918- .autor:Winckelsen, Charles (code opérateur armée OS)








Savate practicado por Zuavos Franceses


FOTOS: :Fête au camp des tirailleurs malgaches : danses guerrière d'Aukazou Droudry (hommes)1918- .autor:Winckelsen, Charles (code opérateur armée OS)

RECORTE LIBRO: PAG611-
T
he new American cyclopædia, ed. by G. Ripley and C.A. Dana Escrito por American cyclopaedia
http://books.google.es/books?id=HGMIAAAAQAAJ&dq=zouaves+savate&as_brr=3&source=gbs_navlinks_s

Artículos:
Em princípios de 1823, o Imperador criou para sua guarda pessoal um Corpo de Estrangeiros constituído por um Batalhão de Granadeiros e comandado pelo Coronel Bellard. O quadro primitivo foi formado por suíços da colônia de Nova Friburgo ou Cantagalo,1 aos quais se ajuntaram vagabundos de todas as nacionalidades, marinheiros desertores e operários sem trabalho. O engajamento por três anos somente, o soldo elevado e exemplos isolados de promoções extraordinárias, incitavam as ambições e, em pouco, havia algumas centenas de homens.Não se fizeram dificuldades para a escolha dos oficiais, a começar por Bellard, antigo Sargento da Guarda Nacional de Paris, mais conhecedor do ofício de negociate do quedo de militar, sendo, defato, com seu espírito mercantil, o principal fornecedor do Corpo.


http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/sf000060.pdf


LA GUARDIA DE LA EMPERATRIZ CARLOTA, SU TRÁJICA AVENTURA EN MÉJICO
En 1832 se había formado una Legión para luchar en Portugal a favor de don Pedro, algunos oficiales habían combatido con la Legión Extranjera Francesa en Argelia, Italia y Crimea, y otros participaban en el ejército de Brasil. Asimismo, sólo tres años antes, había sido objeto de discusión el caso de civiles enganchados en los zuavos pontificios al servicio de Pío IX (borrador de la carta del Ministerio de Asuntos Exteriores A F. Chazal, Bruselas, 25 de agosto de 1864, MAE, CL B 68 III).


http://chloe.dgsca.unam.mx/ehm/ehm28/EHM000002802.pdf


FRANCIA-durante el Segundo Imperio, se formón una Compañía de soldados negros (1853). Esta Compañía, años más tarde, se expandió a un cuerpo de infantería indígena que se denominó "Tiradores senegaleses", formado por cuatro compañías con oficiales blancos, y que tenían como uniforme una chéchia, una chilaba con capucha, estivo de los zouaves, un chaleco y un “boléro” de paño azul ribeteado de amarillo, y pantalones de los llamados "turcos" en cotonada o paño azul. El personal fue aumentado progresivamente, hasta formar un regimiento en 1884. También hubo Tiradores gaboneses (1887), haoussas (1891) annamitas, estos últimos formando un regimiento; tonkineses (1884), de los Voluntarios de la Reunión (1883-1885); Tiradores sakalaveses, que se emplearon durante la campaña de Madagascar de 1885, incluso Tiradores comorenses, de Diégo-Suarez. http://www.militar.org.ua/foro/reduccion-infanteria-marina-sobredimensionada-t14647.html
MEXICO:1862-500 Zuavos Franceses parten para México. http://books.google.es/books?id=WOECAAAAYAAJ&pg=PA66&dq=zuavos+mexico&lr=&as_brr=3&ei=xil1Sqe4EqbUyQS7s5H9Ag#v=onepage&q=zuavos&f=false

LOS INMIGRANTES COREANOS MIRANA LOS BRASILEÑOS Y VICEVERSA

Decreto-lei n. 528, de 28 de junio de 1890, Artigo 1°), prohibía la entrada de asiáticos y africanos, y treinta años más tarde, el gobierno amplió esa prohibición a todos los que él considerase ‘africanos’ o ‘asiáticos’, incluyendo aquellos que jamás habían estado en África o en Asia. La inmigración fue, ‘de facto’, la construcción de la identidad nacional
(Lesser, 1999).
http://docsgedime.files.wordpress.com/2008/02/tc-eun-mi-yang.pdf